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Setor funerário e sustentabilidade: Entenda o papel dos serviços funerários para pet

O crescimento da população de animais de estimação nas áreas urbanas trouxe novos desafios para a gestão ambiental das cidades, como analisa Tiago Schietti. Entre eles, está a destinação adequada de corpos de pets após o falecimento. Os serviços funerários pet, quando estruturados e regulamentados, não atendem apenas a uma demanda afetiva das famílias, mas também desempenham papel relevante na construção de cidades mais sustentáveis.

Neste artigo, vamos analisar como os serviços funerários para animais podem contribuir para a sustentabilidade urbana, quais práticas reduzem impactos ambientais e de que forma esse setor se integra às políticas de saúde pública e gestão de resíduos.

Por que o descarte inadequado de animais compromete a sustentabilidade urbana?

Segundo Tiago Schietti, o descarte irregular de animais em terrenos baldios, áreas verdes ou lixo comum gera impactos ambientais significativos. A decomposição pode contaminar o solo, atingir lençóis freáticos e atrair vetores transmissores de doenças. Em centros urbanos densos, esses efeitos são potencializados pela proximidade entre residências e áreas de descarte informal.

Além disso, a ausência de controle dificulta qualquer tipo de monitoramento sanitário. Cidades sustentáveis exigem organização, rastreabilidade e responsabilidade na gestão de resíduos biológicos. Ignorar essa etapa compromete tanto a saúde pública quanto a qualidade ambiental.

Como a cremação pet reduz impactos ambientais?

A cremação é uma das alternativas mais seguras e ambientalmente controladas para a destinação de animais domésticos, conforme avalia Tiago Schietti. Quando realizada em estruturas licenciadas, com sistemas de filtragem e controle de emissões, ela reduz significativamente o risco de contaminação do solo e da água.

Diferentemente de enterros irregulares, o processo de cremação elimina agentes biológicos potencialmente nocivos. Além disso, empresas comprometidas com a sustentabilidade adotam tecnologias que minimizam a emissão de poluentes atmosféricos. Dessa forma, o serviço funerário pet passa a integrar práticas alinhadas à preservação ambiental.

O setor funerário e sustentabilidade caminham juntos nos serviços funerários para pet, destaca Tiago Schietti.
O setor funerário e sustentabilidade caminham juntos nos serviços funerários para pet, destaca Tiago Schietti.

Os cemitérios para animais podem ser sustentáveis?

Cemitérios pet também podem contribuir para cidades mais sustentáveis, desde que sigam critérios técnicos rigorosos. A escolha do local, a impermeabilização adequada do solo e o controle ambiental são fatores essenciais para evitar contaminação.

Quando planejados corretamente, esses espaços podem inclusive incorporar áreas verdes e projetos paisagísticos que dialoguem com o ambiente urbano. O problema não está na existência do serviço, mas na ausência de regulamentação e fiscalização. A sustentabilidade depende da gestão responsável.

Quais práticas tornam o setor mais alinhado à sustentabilidade?

Algumas ações fortalecem o compromisso ambiental dos serviços funerários pet:

  • Uso de equipamentos com controle de emissões atmosféricas;
  • Gestão adequada de resíduos sólidos gerados no processo;
  • Transporte especializado com protocolos de higiene;
  • Estruturas licenciadas e fiscalizadas por órgãos competentes;
  • Adoção de energia limpa ou fontes alternativas;
  • Programas de compensação ambiental;
  • Transparência nos processos operacionais.

Essas práticas demonstram que o setor pode evoluir além do cumprimento mínimo das normas, assumindo papel ativo na agenda ambiental urbana.

Como o setor pet se conecta às políticas públicas ambientais?

De acordo com Tiago Schietti, o crescimento do mercado pet exige que o poder público inclua a destinação de animais domésticos no planejamento urbano. A ausência de políticas específicas pode gerar informalidade e práticas inadequadas. Integrar os serviços funerários pet às diretrizes ambientais amplia a eficiência da gestão de resíduos.

Além disso, campanhas de conscientização orientando tutores sobre alternativas regulamentadas fortalecem a cultura de responsabilidade coletiva. Cidades sustentáveis dependem de colaboração entre iniciativa privada, poder público e sociedade.

A sustentabilidade também envolve saúde pública?

Sustentabilidade urbana não se limita à preservação ambiental. Ela inclui proteção sanitária e qualidade de vida. O manejo correto de corpos de animais evita proliferação de vetores e reduz riscos epidemiológicos, contribuindo para ambientes urbanos mais seguros.

No entendimento de Tiago Schietti, ao atuar de forma regulamentada, o serviço funerário pet se torna aliado da vigilância sanitária. Essa integração reforça a importância de enxergar o setor não apenas sob a ótica comercial, mas como parte da infraestrutura urbana.

O futuro das cidades passa por serviços mais responsáveis?

Cidades que buscam desenvolvimento sustentável precisam considerar todas as etapas do ciclo de vida, inclusive a destinação final de animais domésticos. Ignorar esse aspecto significa abrir espaço para riscos ambientais e sanitários.

Os serviços funerários pet, quando orientados por boas práticas e inovação tecnológica, contribuem para reduzir impactos, organizar processos e promover responsabilidade coletiva. Ao integrar regulamentação, tecnologia e conscientização social, os serviços funerários pet deixam de ser uma solução isolada e passam a representar componente estratégico na construção de cidades mais organizadas e sustentáveis.

Autor: Sergey Semyonov

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