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Como os galpões industriais podem impulsionar a eficiência na economia moderna? Veja com Elmar Juan Passos Varjão Bomfim

Para o ex-presidente da OAS Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, os galpões industriais e logísticos representam a espinha dorsal da economia moderna, exigindo soluções construtivas que aliem velocidade, durabilidade e alta tecnologia. A evolução das técnicas de engenharia permite hoje que essas estruturas suportem cargas elevadas e operações automatizadas com extrema precisão. Este artigo explora as metodologias mais avançadas para a execução dessas obras, desde a preparação do solo até a instalação de sistemas inteligentes. 

Quais são os principais fatores do nivelamento do piso na construção de armazéns?

A construção de unidades de armazenamento modernas começa com um estudo profundo da geotecnia e do nivelamento do piso. Segundo o ex-presidente da OAS, Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, a execução de um piso industrial de alta resistência com nivelamento a laser é o diferencial que permite a operação segura de empilhadeiras de grande altura. 

A utilização de concreto com fibras de aço ou polímeros reduz a incidência de juntas, minimizando a manutenção e aumentando a vida útil da laje sob tráfego intenso. Sem um solo devidamente estabilizado e uma concretagem precisa, toda a logística interna do cliente pode ser comprometida por vibrações ou desnivelamentos imperceptíveis a olho nu. 

Quais são as técnicas modernas de construção de galpões industriais e logísticos?

A modernidade nessas obras manifesta-se na integração de sistemas de iluminação zenital e ventilação natural, que reduzem o custo fixo de operação. Conforme explica o CEO da André Guimarães Engenharia e Infraestrutura, Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, o uso de domus prismáticos e lanternins otimiza o ambiente de trabalho sem depender exclusivamente de energia elétrica durante o dia. 

Elmar Juan Passos Varjão Bomfim
Elmar Juan Passos Varjão Bomfim

Além disso, a implementação de sistemas de combate a incêndio com sprinklers do tipo ESFR garante que a carga armazenada esteja protegida mesmo em estantes de grande verticalização. A engenharia contemporânea foca em entregar um ativo que seja não apenas um abrigo, mas uma ferramenta de produtividade eficiente. Outra técnica essencial envolve a preparação para a automação total, com a instalação de redes de dados de alta velocidade e sensores de presença integrados à gestão predial. 

Como a sustentabilidade impacta o projeto de galpões industriais e logísticos?

Atualmente, a construção de centros logísticos de alto padrão exige a obtenção de certificações ambientais que comprovem a baixa emissão de carbono e o uso racional da água. Como observa o ex-presidente da OAS Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, a instalação de usinas fotovoltaicas nos telhados e sistemas de reuso de água da chuva são requisitos básicos para investidores institucionais. 

Essas práticas não apenas preservam o meio ambiente, mas também garantem que o empreendimento cumpra as metas de governança das empresas ocupantes. A engenharia sustentável transforma o galpão em um ativo resiliente e valorizado no mercado imobiliário corporativo. Para atingir a excelência técnica nessas construções, o planejamento deve considerar uma série de componentes que garantem a funcionalidade total da operação logística e industrial. 

A evolução técnica da infraestrutura industrial

A construção de unidades industriais e logísticas no Brasil atingiu um patamar de maturidade que permite a competição com os melhores padrões internacionais. Como resume o CEO da André Guimarães Engenharia e Infraestrutura, Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, a chave para a eficiência está na união entre métodos construtivos ágeis e tecnologias de gestão de ativos. 

Ao priorizarmos a qualidade do piso, o isolamento térmico e a preparação para a automação, garantimos que a infraestrutura nacional suporte o crescimento do consumo. O futuro do setor depende dessa busca contínua por inovação, transformando cada novo galpão em um motor de desenvolvimento econômico sustentável.

Autor: Diego Rodríguez Velázquez

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